{"id":2172,"date":"2025-07-16T13:03:26","date_gmt":"2025-07-16T13:03:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.coinspeaker.com\/pt\/?p=2172"},"modified":"2025-07-16T15:27:14","modified_gmt":"2025-07-16T15:27:14","slug":"brasil-seguro-novo-programa-do-governo-deve-monitorar-corretoras-cripto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.coinspeaker.com\/pt\/brasil-seguro-novo-programa-do-governo-deve-monitorar-corretoras-cripto\/","title":{"rendered":"‘Brasil Seguro’: novo programa do governo deve monitorar corretoras cripto"},"content":{"rendered":"
Resumo da not\u00edcia:<\/b><\/p>\n
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O governo federal estaria articulando a cria\u00e7\u00e3o do programa Brasil Seguro para fiscalizar fintechs e exchanges cripto.<\/span><\/li>\n
A medida surge ap\u00f3s o ataque hacker que desviou mais de R$ 1 bilh\u00e3o de contas reservas do Pix.<\/span><\/li>\n
A iniciativa envolveria Banco Central, Pol\u00edcia Federal, BNDES e Febraban.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n
O governo federal planeja lan\u00e7ar um programa para monitorar de perto as opera\u00e7\u00f5es de corretoras de criptomoedas e fintechs. Com o nome de Brasil Seguro, o projeto deve envolver Pol\u00edcia Federal, o Banco Central, o BNDES e a Febraban.<\/span><\/p>\n
O programa surge como resposta ao ataque hacker bilion\u00e1rio contra a C&M Software, que resultou no desvio de mais de R$ 1 bilh\u00e3o. A a\u00e7\u00e3o vem sendo tratada como o maior ataque cibern\u00e9tico j\u00e1 registrado no sistema financeiro nacional.<\/span><\/p>\n
Nenhum dos \u00f3rg\u00e3os envolvidos falou oficialmente sobre o Brasil Seguro at\u00e9 o momento. No entanto, o epis\u00f3dio parece ter acelerado os planos do governo para refor\u00e7ar o controle sobre o setor.<\/span><\/p>\n
Hackers usaram criptomoedas para lavar dinheiro<\/span><\/h2>\n
O ataque ao sistema Pix ocorreu no in\u00edcio de julho. Hackers acessaram contas de reserva de seis institui\u00e7\u00f5es financeiras, incluindo BMP e Credsystem. Para que isso fosse poss\u00edvel, eles utilizaram credenciais da prestadora C&M, que fornece integra\u00e7\u00e3o ao sistema do Banco Central.<\/span><\/p>\n
Ent\u00e3o, os criminosos tentaram lavar os valores por meio de transa\u00e7\u00f5es com criptomoedas. Eles direcionaram parte do dinheiro a plataformas com integra\u00e7\u00e3o ao Pix, com o objetivo de convert\u00ea-lo em USDT e BTC. No entanto, n\u00e3o est\u00e1 claro se os hackers tentaram usar outras <\/span>criptomoedas baratas<\/span><\/a>.<\/span><\/p>\n