IOF sobre stablecoins de real não faz sentido, diz executivo
Para Rocelo Lopes, essa categorização não faria sentido econômico nem prático.
Para Rocelo Lopes, essa categorização não faria sentido econômico nem prático.
A RFB lançou no dia 14 de novembro a Instrução Normativa RFB n.º 2.291/2025.
Para Thaís Almeida, contadora especialista da Contiliza, o desafio será harmonizar a descentralização da blockchain com os padrões rígidos da contabilidade tradicional.
Embora focadas nas empresas, as normas ampliam o nível de rastreabilidade das transações e fortalecem o cruzamento de dados com a Receita Federal.
Entidades celebram o avanço e destacam o compromisso com segurança, ciberproteção e transparência entre os projetos do mercado de criptomoedas.
Decisão reforça o que Rafael Castaneda, VP da Oxus Finance, havia dito em entrevista à Coinspeaker na Satsconference 2025.
Medida marca uma virada no sistema financeiro digital brasileiro, exigindo contas individualizadas, maior rastreabilidade e compliance contínuo.
O texto reconhece a tokenização como parte da estrutura regulatória e define novos limites e classificações para ativos digitais, stablecoins e instituições de menor porte.
A ABcripto classificou o resultado como um marco para a previsibilidade regulatória e para a manutenção da competitividade do mercado brasileiro de criptoativos.
Liderado pela senadora Cynthia Lummis, o plano americano inspira debates em outros países como no Brasil.
Avanço promete reduzir incertezas e abrir espaço para projetos sólidos e tecnicamente robustos.
Enquanto stablecoins avançam, o Maxi Doge (MAXI) já captou mais de US$ 2 milhões em pré-venda.
A decisão acelera a entrada de ETFs de criptomoedas no mercado regulado.
A decisão foi costurada durante a visita oficial do presidente Donald Trump a Londres.
A medida reforça a guinada regulatória do país, mas também levanta preocupações sobre vigilância excessiva, centralização e os efeitos das sanções internacionais.