Tom Lee defende Bitmine enquanto Ethereum despenca para US$ 2.273
As ações da Bitmine (BMNR), empresa de tesouraria de Ethereum, caíram drasticamente em meio a uma tendência de queda mais ampla do mercado. Com base no preço atual de Ethereum, a Bitmine agora enfrenta cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas. O presidente Tom Lee defendeu a posição da empresa, apontando a fraqueza […]
As ações da BMNR caíram cerca de 2%, enquanto o mercado de criptomoedas em geral luta para se recuperar.
Os investidores atribuem a queda no valor da BMNR às perdas não realizadas de US$ 6 bilhões da Bitmine.
A Bitmine continua comprando mais Ethereum, já que Tom Lee não se abala com as perspectivas do mercado.
As ações da Bitmine (BMNR), empresa de tesouraria de Ethereum, caíram drasticamente em meio a uma tendência de queda mais ampla do mercado.
Com base no preço atual de Ethereum, a Bitmine agora enfrenta cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas.
O presidente Tom Lee defendeu a posição da empresa, apontando a fraqueza geral do mercado como o principal fator.
Bitmine detém mais de 50% das participações de Ethereum
Dados do Yahoo Finance mostram que as ações da BMNR caíram quase 2% no fechamento do pregão de 3 de fevereiro.
Durante o pregão pré-mercado, elas também caíram quase 1%. Suspeita-se que essa perspectiva esteja relacionada ao estado de saúde das participações da Bitmine em Ethereum.
Com 3,5% do fornecimento circulante de ETH em seu estoque, avaliado em US$ 9,9 bilhões, esta empresa registrou mais de bilhões em perdas não realizadas.
O Ethereum caiu para US$ 2.274 por moeda. A Bitmine detém um total de 3,7 milhões de ETH em 30 de novembro, comprados por cerca de US$ 15 bilhões.
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Ao preço atual, essa participação vale aproximadamente US$ 8,41 bilhões, deixando a empresa com cerca de US$ 6,6 bilhões em perdas não realizadas. O tamanho dessas perdas contribuiu para o declínio no valor das ações da BMNR.
Tom Lee defendeu as crescentes perdas contábeis da empresa, relacionando-as à queda das criptomoedas. Ele explicou que a redução teve a ver com o desenho de sua estratégia de tesouraria Ethereum.
These tweets miss the point of an ethereum treasury: – BitMine is designed to track the price of $ETH – outperform over the cycle (think up ETH) – crypto is in a downturn, so naturally ETH is down$BMNR will see “unrealized” losses on our holdings of ETH during these times: -… https://t.co/VpoNjAnJdC
— Thomas (Tom) Lee (not drummer) FSInsight.com (@fundstrat) February 3, 2026
De acordo com a explicação de Lee, a empresa foi projetada para acompanhar o preço do Ethereum e superá-lo ao longo de um ciclo de mercado. Ele esclareceu que não se tratava de um problema de execução.
Investidores continuam comprometidos com a acumulação cripto
A reviravolta é que a Bitmine ainda está adquirindo mais ETH. Em 26 de janeiro, a empresa comprou 41.788 Ethereum, reiterando sua confiança no valor de longo prazo do ETH.
A maioria de suas participações em ETH está em staking. Em 27 de janeiro, ela teria colocado em staking mais 209.504 ETH, com Lee afirmando que o Ethereum terá um retorno significativo após uma grande alta do ouro.
Muitas outras empresas parecem concordar com a posição do presidente da Bitmine, pois continuam comprando mais criptomoedas.
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Os investidores continuam a acumular Ethereum, com uma baleia comprando recentemente 33.000 ETH avaliados em cerca de US$ 76,6 milhões, juntamente com 250 Coinbase Wrapped BTC (CBBTC) adicionais no valor de US$ 18,95 milhões.
Marta Barbosa Stephens é escritora e jornalista formada pela Universidade Católica de Pernambuco, com mestrado na PUC São Paulo e pós-graduação em edição na Universidade de Barcelona.
Trabalhou em diversas redações de jornais e revistas no Brasil. Foi repórter de economia no Jornal da Tarde, do grupo O Estado de São Paulo e editora-adjunta de finanças pessoais na revista IstoÉ Dinheiro. Atuou no mercado de edição de livros de finanças em São Paulo e foi, por seis anos, redatora-chefe da revista Prazeres da Mesa (https://www.prazeresdamesa.com.br/), antes de se mudar para Inglaterra.
No Reino Unido, foi editora do jornal Notícias em Português, voltado à comunidade lusófona na Inglaterra.
Escreve e edita sobre o mercado de criptomoedas e tecnologia blockchain desde 2022.
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