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Análise PlanB: 4 cenários para mercado cripto hoje (09/02)
O popular analista holandês ponta algumas projeções: um cenário pessimista de US$ 25.000 e um otimista, em que o piso já teria sido atingido.
Resumo da notícia
- O BTC rompeu o suporte psicológico de US$ 70.000.
- Enquanto isso, o popular analista PlanB projeta em um cenário pessimista de US$ 25.000 e um otimista, em que o piso já teria sido atingido.
- PlanB é o pseudônimo de um controverso analista holandês, conhecido pelo modelo Bitcoin Stock-to-Flow (S2F).
O Bitcoin rompeu o suporte psicológico de US$ 70.000 em 5 de fevereiro. O mercado cripto hoje (09/02) amarga a ressaca, com o BTC ainda a US$ 69 mil no momento da produção deste artigo.
Enquanto isso, o popular analista PlanB identifica uma fase estrutural de baixa. Entre suas projeções, destaca-se um cenário pessimista de US$ 25.000 e um otimista, em que o piso já teria sido atingido.
Para quem não lembra, PlanB é o pseudônimo de um controverso analista holandês, conhecido pelo modelo Bitcoin Stock-to-Flow (S2F), que prevê uma significativa valorização dos preços a longo prazo com base na escassez.
O mercado cripto entrou oficialmente em uma zona de turbulência. Após cair abaixo dos US$ 70.000, o analista PlanB confirmou que o Bitcoin está `firmemente em uma fase de baixa`.
Com os investidores buscando desesperadamente um piso, o criador do modelo Stock-to-Flow propôs quatro caminhos possíveis com base na estrutura técnica atual e em ciclos históricos.
O fechamento de janeiro perto de US$ 78.000 já marcava uma queda de 40% desde o máximo histórico de outubro (US$ 126.000). No entanto, é o Índice de Força Relativa (RSI), situado em 49, acendeu os alarmes. Afinal, replicou as condições vistas nos criptoinvernos de 2014, 2018 e 2022.
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Os 4 cenários de PlanB: da capitulação à resiliência
PlanB dividiu o futuro imediato do Bitcoin em quatro possibilidades diferentes:
- Cenário de capitulação total – Seguindo o padrão das quedas mais severas do passado (quedas de 80% desde o máximo), o Bitcoin poderia afundar até US$ 25.000.
- Cenário da Média Móvel – Uma queda para a média móvel de 200 semanas, um suporte histórico que situaria o preço entre US$ 50.000 e US$ 60.000.
- Cenário de Suporte de Ciclo – O Bitcoin consegue se manter um pouco acima de seu máximo do ciclo anterior, estabelecendo um piso entre US$ 69.000 e US$ 70.000.
- Cenário de piso formado – A possibilidade de que a recente mínima perto de US$ 72.900 tenha sido o fundo definitivo, dado que este último ciclo de alta foi menos agressivo do que os anteriores.
Stablecoin dominance has reached a 2.5-year high.
This looks really bad. pic.twitter.com/AbQ8Uc73N3
— Ted (@TedPillows) February 4, 2026
Condições de criptoinverno: O capital foge para a estabilidade
A chegada do inverno criptográfico não se mede apenas pelo preço do BTC. A capitalização total do mercado caiu 25% no último mês, enquanto a dominância das stablecoins atingiu seu nível mais alto em dois anos e meio.
Este dado é crucial: os investidores estão `estacionando` o capital em dólares digitais em vez de comprar ativos voláteis.
Saída institucional: Entidades de análise e governos (como o do Butão) começaram a aliviar suas posições.
Ruptura de suportes: O Bitcoin rompeu abaixo da média móvel de 100 semanas. Historicamente, esse tipo de ruptura geralmente precede uma queda rápida para o nível de 200 semanas antes de qualquer recuperação real.
Mercado cripto hoje – Ciclo acelerado?
Embora os mercados baixistas geralmente durem cerca de 12 meses, a rapidez com que o pico foi atingido em outubro de 2025 sugere que este ciclo pode estar se movendo a uma velocidade superior. Se essa tendência se mantiver, o piso definitivo do mercado poderá se formar muito antes do previsto, possivelmente entre junho e agosto deste ano.
The Bhutan government is selling $BTC. pic.twitter.com/JNwNU6Twye
— Ted (@TedPillows) February 4, 2026
Por enquanto, o mercado permanece em suspense. A fraqueza das ações de mineração e a falta de liquidez global após a nomeação de Kevin Warsh para o Fed criaram um ambiente de `medo extremo` que somente uma consolidação clara acima de US$ 75.000 poderia começar a reverter.
Robert Kiyosaki vende BTC e ouro enquanto mercado cripto perde US$ 750 bilhões
O autor de Rich Dad Poor Dad compartilhou no X que anteriormente havia parado de comprar prata a US$ 60, Bitcoin a US$ 6.000 e ouro a US$ 300.
Resumo da notícia
- Robert Kiyosaki citou a gestão de riscos como motivo e disse que planeja voltar a investir em níveis mais baixos.
- Ele criticou a situação da dívida dos EUA, o Federal Reserve, os legisladores e os bancos.
- Suas declarações foram feitas em um momento em que o Bitcoin caiu cerca de 22% em uma semana e o mercado de criptomoedas perdeu cerca de US$ 750 bilhões em valor.
O experiente trader Robert Kiyosaki revelou que vendeu parte de suas participações em Bitcoin e ouro. No entanto, anteriormente ele fez previsões otimistas sobre os dois ativos de risco.
O anúncio ocorre no momento em que o preço do Bitcoin continua a cair em direção ao nível de US$ 64.000.
Depois de compartilhar a notícia no X, Kiyosaki enfrentou uma reação significativa de seus seguidores, com alguns criticando-o pela decisão.
AS I POSTED on X earlier.
I stopped buying silver at $60.
I stopped buying Bitcoin at $6000.
I stopped buying gold at $300.
I have sold some Bitcoin and some gold. I hate selling because I hate paying capital gain taxes.
Today…. I wait patiently for new bottoms for gold…
— Robert Kiyosaki (@theRealKiyosaki) February 6, 2026
Robert Kiyosaki sobre a venda de Bitcoin e os riscos da dívida
Em meio à recente queda do Bitcoin e dos metais preciosos, o investidor Robert Kiyosaki revelou que vendeu parte de suas participações em Bitcoin e ouro.
O autor de Rich Dad Poor Dad compartilhou no X que anteriormente havia parado de comprar prata a US$ 60, Bitcoin a US$ 6.000 e ouro a US$ 300.
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Kiyosaki acrescentou que, embora tenha suspendido novas compras de ouro e Bitcoin, ele planeja esperar por níveis de preços mais baixos antes de voltar ao mercado.
`Seu lucro é obtido quando você compra… não quando você vende`, escreveu, enfatizando uma estratégia de investimento de longo prazo.
Kiyosaki também expressou preocupações com a economia dos EUA, já que a dívida nacional ultrapassa US$ 38 trilhões. Ele criticou o Federal Reserve, os líderes políticos e o sistema bancário, alertando para condições econômicas potencialmente difíceis no futuro.
Robert Kiyosaki passou o último ano defendendo investimentos em Bitcoin, ouro e prata. Embora a prata tenha subido para US$ 121 no final de janeiro de 2026, desde então ela corrigiu mais de 45% de seu pico em apenas uma semana.
O mercado cripto também sentiu o impacto. O setor perdeu aproximadamente US$ 750 bilhões em capitalização de mercado no mesmo período. No gráfico semanal, o Bitcoin caiu 22%, sendo negociado em torno do nível de US$ 64.500.
Mercado de criptomoedas sente impacto da liquidação de ações de tecnologia dos EUA
A recente correção nas ações de tecnologia dos EUA, impulsionada por preocupações relacionadas à IA, se espalhou para outras classes de ativos. Além das ações, commodities, metais preciosos e criptomoedas também registraram quedas acentuadas.
Somente nas últimas 24 horas, o mercado de criptomoedas perdeu mais de US$ 300 bilhões. Na última semana, os investidores viram cerca de US$ 750 bilhões serem eliminados do mercado.
De acordo com os dados da Coinglass, as liquidações em 24 horas no mercado de criptomoedas subiram para US$ 2,6 bilhões. Mais de US$ 2,17 bilhões foram eliminados das posições compradas, com o preço do BTC contribuindo sozinho com US$ 1,35 bilhão desse total.

Fonte – Coinglass
Artigo relacionado: Tom Lee defende Bitmine enquanto Ethereum despenca para US$ 2.273
Disclaimer: Coinspeaker está comprometido em fornecer reportagens imparciais e transparentes. Este artigo tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Mas não deve ser considerado como conselho financeiro ou de investimento. Como as condições do mercado podem mudar rapidamente, recomendamos que você verifique as informações por conta própria. E consulte um profissional antes de tomar qualquer decisão com base neste conteúdo.
Metaplanet continuará comprando Bitcoin apesar da queda – MTPLF cai 20%
A empresa disse que emitirá novas ações e direitos de aquisição de ações por meio de uma alocação de terceiros.
Resumo da notícia
- O CEO da Metaplanet, Simon Gerovich, afirmou que a empresa continuará com a acumulação constante de Bitcoin (BTC). E se preparará para o crescimento a longo prazo.
- Recentemente, a Metaplanet aprovou US$ 137 milhões em novo financiamento de capital, destinado principalmente à compra de Bitcoins em 2026.
- O preço das ações da MTPLF caiu 20% em uma única sessão em 5 de fevereiro, ampliando seu declínio anual em 50%.
A japonesa MicroStrategy Metaplanet afirmou que continuará com o plano de acumulação de Bitcoin da empresa, sem se deixar abalar pela correção do preço do BTC. Isso ocorre em um momento em que o Bitcoin caiu mais de 22% na última semana, com expectativas de uma nova queda abaixo de US$ 50.000.
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Metaplanet continuará comprando BTC
O CEO da Metaplanet, Simon Gerovich, reafirmou a estratégia da empresa de priorizar o Bitcoin, em meio à enorme retração do mercado de criptomoedas. Falando sobre o desenvolvimento, Simon Gerovich disse:
Não há nenhuma mudança na estratégia da Metaplanet. Continuaremos acumulando Bitcoin de forma constante, expandindo a receita e nos preparando para a próxima fase de crescimento.
A empresa é a quarta maior detentora pública de Bitcoin, atrás da Strategy, MARA Holdings e Twenty One Capital, com a Metaplanet detendo 35.102 BTC em 6 de fevereiro.
Depois de atingir sua meta de 30.000 BTC antes do prazo em 2025, a empresa diminuiu o ritmo de suas compras de Bitcoin. Isso ocorre porque o preço do BTC caiu quase 50% desde outubro de 2025, em relação à sua alta histórica.
Em 29 de janeiro, a Metaplanet aprovou um novo plano de financiamento de capital para levantar até 20,7 bilhões de ienes, ou aproximadamente US$ 135 a US$ 137 milhões, com o objetivo de expandir suas participações em Bitcoin.
A empresa disse que emitirá novas ações e direitos de aquisição de ações por meio de uma alocação de terceiros. Com a maior parte dos recursos destinados à compra de Bitcoin em 2026.
Preço das ações da MTPLF despenca 20%
As ações da Mataplanet (MTPLF) caíram 20% em 5 de fevereiro, fechando a US$ 1,86. O preço das ações já sofreu uma correção de 50% no último ano. Essa correção brutal no mercado de criptomoedas em geral pesou sobre a Metaplanet e outras empresas com tesouraria em Bitcoin.
A maioria dessas empresas, que mantêm Bitcoin em seus balanços patrimoniais, vem acumulando perdas não realizadas. Por outro lado, a Michael Saylor’s Strategy (MSTR) caiu 17% em 5 de fevereiro, após reportar uma perda massiva de US$ 12,4 bilhões em Bitcoin.
A empresa afirmou que sua estrutura de capital continua `mais forte e resiliente` e que não enfrenta vencimentos de dívidas significativas até 2027.
Artigo relacionado: Tom Lee defende Bitmine enquanto Ethereum despenca para US$ 2.273
Disclaimer: Coinspeaker está comprometido em fornecer reportagens imparciais e transparentes. Este artigo tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Mas não deve ser considerado como conselho financeiro ou de investimento. Como as condições do mercado podem mudar rapidamente, recomendamos que você verifique as informações por conta própria. E consulte um profissional antes de tomar qualquer decisão com base neste conteúdo.
Tom Lee defende Bitmine enquanto Ethereum despenca para US$ 2.273
As ações da Bitmine (BMNR), empresa de tesouraria de Ethereum, caíram drasticamente em meio a uma tendência de queda mais ampla do mercado. Com base no preço atual de Ethereum, a Bitmine agora enfrenta cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas. O presidente Tom Lee defendeu a posição da empresa, apontando a fraqueza […]
Resumo da notícia
- As ações da BMNR caíram cerca de 2%, enquanto o mercado de criptomoedas em geral luta para se recuperar.
- Os investidores atribuem a queda no valor da BMNR às perdas não realizadas de US$ 6 bilhões da Bitmine.
- A Bitmine continua comprando mais Ethereum, já que Tom Lee não se abala com as perspectivas do mercado.
As ações da Bitmine (BMNR), empresa de tesouraria de Ethereum, caíram drasticamente em meio a uma tendência de queda mais ampla do mercado.
Com base no preço atual de Ethereum, a Bitmine agora enfrenta cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas.
O presidente Tom Lee defendeu a posição da empresa, apontando a fraqueza geral do mercado como o principal fator.
Bitmine detém mais de 50% das participações de Ethereum
Dados do Yahoo Finance mostram que as ações da BMNR caíram quase 2% no fechamento do pregão de 3 de fevereiro.
Durante o pregão pré-mercado, elas também caíram quase 1%. Suspeita-se que essa perspectiva esteja relacionada ao estado de saúde das participações da Bitmine em Ethereum.
Com 3,5% do fornecimento circulante de ETH em seu estoque, avaliado em US$ 9,9 bilhões, esta empresa registrou mais de bilhões em perdas não realizadas.
O Ethereum caiu para US$ 2.274 por moeda. A Bitmine detém um total de 3,7 milhões de ETH em 30 de novembro, comprados por cerca de US$ 15 bilhões.
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Ao preço atual, essa participação vale aproximadamente US$ 8,41 bilhões, deixando a empresa com cerca de US$ 6,6 bilhões em perdas não realizadas. O tamanho dessas perdas contribuiu para o declínio no valor das ações da BMNR.
Tom Lee defendeu as crescentes perdas contábeis da empresa, relacionando-as à queda das criptomoedas. Ele explicou que a redução teve a ver com o desenho de sua estratégia de tesouraria Ethereum.
These tweets miss the point of an ethereum treasury:
– BitMine is designed to track the price of $ETH
– outperform over the cycle (think up ETH)
– crypto is in a downturn, so naturally ETH is down$BMNR will see “unrealized” losses on our holdings of ETH during these times:
-… https://t.co/VpoNjAnJdC— Thomas (Tom) Lee (not drummer) FSInsight.com (@fundstrat) February 3, 2026
De acordo com a explicação de Lee, a empresa foi projetada para acompanhar o preço do Ethereum e superá-lo ao longo de um ciclo de mercado. Ele esclareceu que não se tratava de um problema de execução.
Investidores continuam comprometidos com a acumulação cripto
A reviravolta é que a Bitmine ainda está adquirindo mais ETH. Em 26 de janeiro, a empresa comprou 41.788 Ethereum, reiterando sua confiança no valor de longo prazo do ETH.
A maioria de suas participações em ETH está em staking. Em 27 de janeiro, ela teria colocado em staking mais 209.504 ETH, com Lee afirmando que o Ethereum terá um retorno significativo após uma grande alta do ouro.
Muitas outras empresas parecem concordar com a posição do presidente da Bitmine, pois continuam comprando mais criptomoedas.
Artigo relacionado: Bitcoin hoje (04/02) cai abaixo de US$ 73 mil, em meio à venda de 50 mil BTC por baleias cripto
Os investidores continuam a acumular Ethereum, com uma baleia comprando recentemente 33.000 ETH avaliados em cerca de US$ 76,6 milhões, juntamente com 250 Coinbase Wrapped BTC (CBBTC) adicionais no valor de US$ 18,95 milhões.
Marta Barbosa Stephens é escritora e jornalista formada pela Universidade Católica de Pernambuco, com mestrado na PUC São Paulo e pós-graduação em edição na Universidade de Barcelona. Trabalhou em diversas redações de jornais e revistas no Brasil. Foi repórter de economia no Jornal da Tarde, do grupo O Estado de São Paulo e editora-adjunta de finanças pessoais na revista IstoÉ Dinheiro. Atuou no mercado de edição de livros de finanças em São Paulo e foi, por seis anos, redatora-chefe da revista Prazeres da Mesa (https://www.prazeresdamesa.com.br/), antes de se mudar para Inglaterra. No Reino Unido, foi editora do jornal Notícias em Português, voltado à comunidade lusófona na Inglaterra. Escreve e edita sobre o mercado de criptomoedas e tecnologia blockchain desde 2022.
Bitcoin hoje (04/02) cai abaixo de US$ 73 mil, em meio à venda de 50 mil BTC por baleias cripto
O Bitcoin caiu abaixo do nível de abril de 2025, quando as tarifas da era Trump provocaram uma turbulência generalizada no mercado global.
Resumo da notícia
- Nas últimas duas semanas, os grandes investidores venderam mais de 50.000 Bitcoins, levando a uma grande pressão de venda.
- Os grandes detentores reduziram sua exposição, enquanto as carteiras menores acumularam, destacando uma divergência no comportamento do mercado.
- O sentimento melhorou depois que os EUA encerraram a paralisação do governo com um projeto de lei de financiamento de US$ 1,2 trilhão.
O preço do Bitcoin hoje (04/02) caiu abaixo de US$ 73.000 no início do dia 4 de fevereiro, antes de se recuperar após a notícia dos Estados Unidos. Afinal, o congresso americano aprovou um projeto de lei de gastos de US$ 1,2 trilhão, encerrando efetivamente a paralisação do governo.
Nas últimas duas semanas, baleias cripto venderam mais de 50.000 BTC, enquanto os investidores de varejo continuaram comprando na baixa.
BTC cai abaixo de US$ 75.000
O Bitcoin caiu abaixo do nível de US$ 75.000 pela primeira vez desde a liquidação do mercado impulsionada pelas tarifas em 7 de abril de 2025, quando as tarifas da era Trump provocaram uma turbulência generalizada no mercado global.
Embora o Bitcoin tenha se recuperado para US$ 76.400 até o momento, o nível de US$ 75.000 continua sendo um suporte importante. Sua capacidade de se manter provavelmente determinará se o Bitcoin se moverá em direção a US$ 60.000 ou US$ 90.000 a seguir.
Artigo relacionado: Queda do BTC afeta estratégia e ETFs à vista – Saylor sinaliza mais compras
A empresa de análise de blockchain Santiment informou que carteiras com entre 10 e 10.000 BTC, que controlam coletivamente pouco mais de dois terços do fornecimento total de Bitcoin, venderam aproximadamente 50.181 BTC nas últimas duas semanas.
📉 Bitcoin has now dropped below $75K for the first time since the tariff-related crash on April 7, 2025. Looking ahead, the key to whether prices fall below $60K or rebound above $90K will depend on key stakeholders accucumulating, or continuing to dump.
😬 Based on blockchain… pic.twitter.com/tZKZRWV93H
— Santiment (@santimentfeed) February 3, 2026
Ao mesmo tempo, carteiras de varejo menores, com menos de 0,01 BTC, têm comprado ativamente durante a queda. Isso sugere fortes expectativas de uma recuperação, mesmo com os grandes detentores de criptomoedas continuando a reduzir sua exposição.
Investidores escolhem ouro em vez de BTC
O Bitcoin e o mercado mais amplo de altcoins permaneceram em grande parte à margem durante a recente alta dos metais preciosos. O BTC continuou sua correção, caindo mais de US$ 53.000 nos últimos 120 dias.
Depois de atingir um pico próximo a US$ 126.000 em outubro de 2025, a criptomoeda caiu para uma nova mínima anual de cerca de US$ 73.200.
A queda sustentada manteve o apetite pelo risco moderado em todo o mercado de ativos digitais.
O movimento eliminou mais de US$ 1,1 trilhão da capitalização de mercado do Bitcoin. No mesmo período, o ouro subiu mais de 30% desde outubro, destacando uma mudança na preferência dos investidores por ativos tradicionais considerados refúgios seguros.
O fim da paralisação nos EUA é otimista para BTC e criptomoedas?
Em 3 de fevereiro, o Congresso dos EUA aprovou um projeto de lei de financiamento governamental de US$ 1,2 trilhão, que o presidente Donald Trump assinou, evitando uma paralisação iminente do governo.
A legislação financia a maioria das operações federais até 30 de setembro, marcando o fim do ano fiscal de 2026. A medida pode apoiar o Bitcoin e o mercado de criptomoedas em geral, melhorando as condições de liquidez e a confiança dos investidores.
O ex-deputado federal Patrick McHenry disse que um projeto de lei há muito aguardado sobre a estrutura do mercado de criptomoedas pode avançar no Congresso nos próximos meses. Ele acrescentou que a legislação pode chegar à Câmara antes do Memorial Day, em maio de 2026.
That didn't take long. Gold is already back above $5,000. Soon those who shorted it last week will be in a lot of trouble. Meanwhile, with Bitcoin below $76K, it's now worth 15 ounces of gold, down 59% from its Nov. 2021 high. Bitcoin is in a long-term bear market priced in gold.
— Peter Schiff (@PeterSchiff) February 4, 2026
McHenry observou que as empresas de criptomoedas têm demonstrado disposição para fazer concessões a fim de ajudar a avançar o projeto de lei, enquanto os bancos têm se mostrado mais resistentes até o momento.
Artigo relacionado: A Strategy de Michael Saylor levanta US$ 1,44 bilhão para blindar dividendos
Disclaimer: Coinspeaker está comprometido em fornecer reportagens imparciais e transparentes. Este artigo tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Mas não deve ser considerado como conselho financeiro ou de investimento. Como as condições do mercado podem mudar rapidamente, recomendamos que você verifique as informações por conta própria. E consulte um profissional antes de tomar qualquer decisão com base neste conteúdo.
Queda do BTC afeta estratégia e ETFs à vista – Saylor sinaliza mais compras
A Strategy teve perdas com a queda do BTC abaixo de US$ 75.000, com seus 712.647 BTC em carteira com valor negativo superior a US$ 1 bi.
Resumo da notícia
- O preço médio de compra do Bitcoin da Strategy continua sendo uma métrica importante em meio à correção contínua do preço do BTC.
- Os ETFs spot de Bitcoin dos EUA continuam enfrentando pressão, com o BTC sendo negociado bem abaixo de seu custo médio implícito de aproximadamente US$ 87.830.
- Tanto os ativos dos ETFs quanto os preços do Bitcoin sofreram uma correção acentuada, com o AUM dos ETFs spot de Bitcoin caindo 31,5% em relação ao pico de US$ 165 bilhões registrado em outubro.
A queda no preço do BTC na semana passada pegou os participantes institucionais de surpresa. A Strategy, anteriormente MicroStrategy, a maior detentora corporativa de Bitcoin liderada por Michael Saylor, agora acumula mais de US$ 1 bilhão em perdas não realizadas. Afinal, o BTC caiu abaixo de US$ 75.000.
Artigo relacionado: A Strategy de Michael Saylor levanta US$ 1,44 bilhão para blindar dividendos
Ao mesmo tempo, os ETFs de Bitcoin à vista registraram fortes saídas, com o BTC sendo negociado bem abaixo de seu custo médio.
Strategy enfrenta perda de US$ 1 bilhão em participações com BTC em queda
Em meio à forte correção do preço do Bitcoin, a Strategy, de Michael Saylor, está com mais de US$ 1 bilhão em perdas não realizadas em suas 712.647 participações em BTC.
Isso gerou preocupações entre os investidores da MSTR sobre a potencial volatilidade e os riscos de liquidação no futuro.
Até o momento, o preço médio de compra de Bitcoin da Strategy é de US$ 76.037. Hoje cedo, o BTC caiu brevemente para US$ 74.500, resultando em mais de US$ 1 bilhão em perdas não realizadas.
No entanto, até o momento, o Bitcoin está sendo negociado por cerca de US$ 76.711, colocando as participações da empresa de volta em território positivo.
Alguns analistas especularam que Michael Saylor poderia vender parte de suas participações se as perdas se aprofundassem.
Saylor descartou essas preocupações, mantendo-se confiante em sua estratégia de Bitcoin e sinalizando um potencial acúmulo adicional em uma postagem de 1º de fevereiro no X.
More Orange. pic.twitter.com/b5iYIMARJX
— Michael Saylor (@saylor) February 1, 2026
Outros participantes do mercado também estão vendo a correção do Bitcoin como uma oportunidade de compra na baixa.
Na semana passada, a corretora de criptomoedas Binance disse que alocaria US$ 1 bilhão dos fundos de seus usuários para Bitcoin.
ETFs de Bitcoin à vista enfrentam fortes saídas em meio à queda do preço do BTC
Em meio à recente queda de preço, o Bitcoin está mais uma vez sendo negociado abaixo do custo médio dos ETFs de Bitcoin à vista.
Nas últimas semanas de janeiro, esses ETFs registraram suas segunda e terceira maiores saídas semanais, de acordo com o analista Alex Thorn.
Os ETFs de Bitcoin à vista dos EUA agora administram cerca de US$ 113 bilhões em ativos, detendo cerca de 1,28 milhão de BTC.
Com base nessas participações, o custo médio implícito entre os ETFs é de aproximadamente US$ 87.830 por Bitcoin.
Os dados de fluxo apontam para uma pressão de venda contínua. Os 11 ETFs de Bitcoin spot registraram um total de US$ 2,8 bilhões em saídas líquidas nas últimas duas semanas, incluindo US$ 1,49 bilhão na semana passada e US$ 1,32 bilhão na semana anterior.
Os ativos sob gestão (AUM) dos ETFs spot de Bitcoin caíram acentuadamente, registrando uma queda de 31,5% em relação ao pico de US$ 165 bilhões em outubro. No mesmo período, o preço spot do BTC caiu cerca de 40%.
Disclaimer: Coinspeaker está comprometido em fornecer reportagens imparciais e transparentes. Este artigo tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Mas não deve ser considerado como conselho financeiro ou de investimento. Como as condições do mercado podem mudar rapidamente, recomendamos que você verifique as informações por conta própria. E consulte um profissional antes de tomar qualquer decisão com base neste conteúdo.
Sentimento de liquidez e ‘risk on’ impulsionam Bitcoin acima de US$ 115.000
Cenário de liquidez global favorável reacende o apetite por risco e reforça a tese de uma nova altseason.
Edited by Flavio Aguilar
Atualizado em
5 mins read
Resumo da notícia
- O Bitcoin valorizou cerca de 5% no fim de semana, sendo cotado próximo de US$ 115.000 na segunda-feira (27/10).
- O m ercado reage a sinais de fim do aperto quantitativo (QT), corte de juros e injeção de US$ 1,5 trilhão em liquidez global.
- Expectativas de um acordo comercial entre EUA e China reduziram a aversão ao risco e impulsionaram bolsas asiáticas e ativos digitais.
- André Franco, CEO da Boost Research, afirma que o ambiente de liquidez e dólar mais fraco favorecem o apetite por ativos de risco, com BTC mirando US$ 118.000–119.000, desde que o otimismo se mantenha.
O Bitcoin vem reagindo com força nos últimos dias, refletindo um conjunto de fatores macroeconômicos e geopolíticos que reforçam o apetite por ativos de risco. Segundo analistas, a expectativa é de alta.
Entre os gatilhos que apontaram estão o fim do programa de aperto monetário e do corte da taxa de juros nos EUA, a impressão de 1,5 trilhão de dólares em liquidez, um possível acordo entre os Estados Unidos e a China, além dos resultados de empresas como Apple e Amazon.
O CEO da Boost Research, André Franco, reforça essa leitura ao indicar que o avanço da moeda digital está sendo impulsionado por um ambiente de liquidez crescente, aliado ao otimismo quanto a um acordo comercial entre EUA e China.
Franco diz que os mercados asiáticos iniciaram a semana com forte alta, refletindo o avanço nas negociações entre os dois países, o que favorece o Bitcoin. O ativo, conforme seu comentário, estaria cotado próximo a US$ 115.000 e poderia ‘buscar’ a faixa de US$ 118.000-119.000 caso o otimismo seja confirmado. No entanto, em sentido contrário, se houver decepção ou revés no dólar, o suporte entre US$ 112.000 e US$ 110.000 entra em foco.
Fatores que embasam o movimento
O ambiente internacional ganhou um tom mais positivo com as conversas entre os Estados Unidos e a China. Houve relatos de avanços no diálogo comercial que diminuíram o receio de novos choques tarifários ou restrições à cadeia global de suprimentos.
O preço do cobre já atingiu patamares próximos ao recorde como reflexo desse otimismo.
No mercado cripto, esse tipo de melhoria de sentimento costuma gerar fluxo para as criptomoedas mais promissoras, e o Bitcoin parece estar colhendo esse benefício.
Segundo o relatório da Blockhead, o ativo ‘rompeu acima de US$ 115.000’ e impulsionou também altcoins, sugerindo que o ‘market risk-on’ está ativo.
Liquidez e política monetária
Outro componente citado no print e reforçado por Franco é o fim iminente do aperto monetário e o estímulo de liquidez global.
Há a expectativa de que os bancos centrais, especialmente o Federal Reserve (Fed), dos EUA, possam relaxar a política monetária ou facilitar o ambiente de crédito. Então, isso favoreceria a acumulação de ativos de risco, e o Bitcoin aparece como um dos principais candidatos nesse momento.
Além disso, analistas técnicos apontam que o Bitcoin superou níveis psicológicos e técnicos importantes. Conforme estudo, o preço rompeu a faixa de US$ 112.000-US$ 113.000 e abriu caminho para testar US$ 120.000 ou mais, se a tendência se mantiver.
Com base no comentário de Franco e nas evidências de mercado, podem ser delineados dois cenários principais para o curto prazo.
Se o acordo EUA-China avançar e o ambiente de liquidez continuar a melhorar, o Bitcoin pode testar a faixa de US$ 118.000-119.000 conforme indicado por Franco. Aliás, a combinação de ‘risk-on’, dólar potencialmente mais fraco e maior apetite por criptoativos contribuiria para essa trajetória.
Por outro lado, se houver retrocesso nas negociações comerciais, se os dados de inflação surpreenderem para cima ou se o dólar ganhar força, o Bitcoin pode recuar para a zona de suporte entre US$ 112.000 e US$ 110.000. Portanto, o nível de US$ 110.000 aparece como ‘magnet’ ou referência técnica de atenção.
Relevância para o mercado de altcoins
Embora o foco central esteja no Bitcoin, o ambiente de liquidez e sentimento favorável tende a repercutir também no universo de altcoins (criptomoedas alternativas).
Analistas já acreditam que a maior temporada de altcoins está próxima, refletindo a crença de que, com o Bitcoin em movimento ascendente, os fluxos de capital podem migrar ou ‘transbordar’ para altcoins antecipadamente.
Apesar do cenário promissor, há fatores que merecem atenção e que podem limitar ou reverter o impulso.
Entre elas, a volatilidade elevada. Ou seja, o mercado de cripto já foi alvo de grandes correções recentes, e rupturas técnicas podem gerar saída de fluxo rápido, sobretudo se os ‘gatilhos’ macro não se concretizarem.
Semana otimista para o Bitcoin
O cenário para o Bitcoin nesta semana aponta para um movimento com viés de alta, ancorado no sentimento favorável em torno de um possível avanço no acordo comercial entre Estados Unidos e China. Também há expectativas de liquidez mundial mais elevada e entrada em modo ‘risk-on’.
O comentário de André Franco sintetiza bem o momento. O ativo pode tentar romper para US$ 118.000-119.000 se o otimismo for confirmado. Mas rejeições ou choques podem levar o preço a testar suporte em US$ 112.000-110.000.
Para o investidor em criptomoedas e para o mercado em geral, a chave está em acompanhar as variáveis macro (eventos de política monetária, dólar, inflação…), confirmar se os acordos geopolíticos se efetivam e avaliar a reação do mercado técnico.
A narrativa de ‘altseason’ pode ganhar corpo, mas somente se o Bitcoin consolidar este novo ciclo de alta. Até lá, o mercado segue monitorando com atenção os desdobramentos da semana.
Disclaimer: Coinspeaker está comprometido em fornecer reportagens imparciais e transparentes. Este artigo tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Mas não deve ser considerado como conselho financeiro ou de investimento. Como as condições do mercado podem mudar rapidamente, recomendamos que você verifique as informações por conta própria. E consulte um profissional antes de tomar qualquer decisão com base neste conteúdo.
Leonardo Cavalcanti é jornalista especializado em criptomoedas, blockchain e finanças digitais. Além de tocar projetos próprios como o podcast BlockHistory. Também trabalha em desenvolvimento de negócios no ecossistema cripto como parceiro comercial Azify, com foco em parcerias estratégicas, tokenização e soluções de infraestrutura financeira.
Bitcoin pode chegar a US$ 1 milhão, diz executivo do Méliuz
Diego Kolling citou o episódio do ‘fork’ de 2017 como um exemplo da força desse modelo.
Resumo da notícia
- Diego Kolling, head da estratégia Bitcoin do Méliuz, defende que o Bitcoin pode atingir US$ 1 milhão.
- Ele afirma que a criptomoeda é uma resposta à fragilidade do sistema monetário atual.
- Adoção institucional e avanço da Lightning Network reforçam a visão otimista.
Durante o evento ‘Crypto: Day Experts’, realizado em São Paulo, o head da estratégia Bitcoin do Méliuz, Diego Kolling, afirmou que o Bitcoin reúne os atributos necessários para alcançar US$ 1 milhão. Segundo ele, a criptomoeda representa uma alternativa sólida diante da ‘doença’ do dinheiro tradicional.
Kolling argumenta que as políticas de expansão fiscal e monetária, somadas à perda de poder de compra das moedas fiduciárias, revelam a fragilidade do sistema atual.
Além disso, o executivo destacou que o ciclo atual de valorização do Bitcoin ainda está longe de terminar. Baseado em superciclos históricos, ele estima que os chamados ‘verões cripto’ durem cerca de 1.200 dias. O ciclo em andamento teria atingido 800 dias até agora, o que indicaria mais espaço para crescimento.
Liquidez global e fundamentos de governança
Kolling lembra que todos os bull markets anteriores ocorreram em períodos de liquidez elevada e juros baixos nos Estados Unidos.
No entanto, ele ressalta que o atual afrouxamento monetário ainda está no início, enquanto o Bitcoin já atingiu novas máximas históricas. Aliás, algumas das melhores altcoins, como Ethereum e Solana, também vêm batendo recordes.
Além disso, o executivo destacou a governança descentralizada da rede, comparando-a a um sistema político equilibrado. De acordo com ele:
Os mineradores são o Executivo, que executam e registram as transações; os desenvolvedores são o Legislativo, que definem as regras; e os nós da rede são o Judiciário, que fiscalizam a execução.
Aliás, Kolling citou o episódio do ‘fork’ de 2017 como um exemplo da força desse modelo. Afinal, mesmo com 95% dos mineradores favoráveis a aumentar o tamanho dos blocos, os validadores impediram a mudança, demonstrando o equilíbrio de poder dentro da rede.
Adoção institucional ainda está no início
Por outro lado, a visão otimista do executivo também se apoia na crescente adoção institucional. Ele destacou que, pela primeira vez, grandes empresas e investidores participam do mercado por meio de produtos regulados e tesourarias expostas ao Bitcoin:
“Hoje, BlackRock, JP Morgan e outras empresas de peso têm iniciativas envolvendo ativos digitais. Mesmo assim, apenas 0,006% da alocação institucional global está em Bitcoin. O espaço para crescimento é gigantesco.
Recentemente, o JP Morgan passou a aceitar Bitcoin como colateral em operações de crédito. Ou seja, a visão do executivo se mostra alinhada com eventos recentes do mercado.
Kolling também lembrou que a distribuição do Bitcoin ainda é concentrada em poucos indivíduos:
Cerca de 50% dos bitcoins em circulação foram emitidos nos primeiros quatro anos da rede.
Potencial de valorização e uso prático
Na opinião do executivo, o Bitcoin ainda está em uma fase inicial de adoção. Afinal, apenas 4% da população mundial possui a criptomoeda, cuja capitalização de mercado é de aproximadamente US$ 2 trilhões. Por outro lado, segundo Kolling:
O mundo concentra US$ 900 trilhões em ativos, sendo US$ 330 trilhões em imóveis e US$ 300 trilhões em renda fixa.
Então, ele defende que a valorização de ativos como imóveis reflete a busca por proteção contra a inflação. Mas, na sua visão, apenas o Bitcoin, com oferta limitada e transparência programada, poderia cumprir esse papel de forma sustentável, apesar da volatilidade.
Lightning Network amplia usabilidade do Bitcoin
Kolling destacou o avanço da Lightning Network, solução de segunda camada que permite transações instantâneas e de baixo custo:
A Lightning muda isso ao permitir transferências quase instantâneas com privacidade e custo reduzido.
Segundo ele, a rede já movimenta cerca de US$ 300 milhões por mês.
Por fim, Kolling classificou a Lightning como ‘e-commerce em Bitcoin’. Afinal, ela viabiliza pagamentos rápidos e eficientes, resolvendo um dos principais desafios históricos da criptomoeda.
Disclaimer: Coinspeaker está comprometido em fornecer reportagens imparciais e transparentes. Este artigo tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Mas não deve ser considerado como conselho financeiro ou de investimento. Como as condições do mercado podem mudar rapidamente, recomendamos que você verifique as informações por conta própria. E consulte um profissional antes de tomar qualquer decisão com base neste conteúdo.
Flavio Aguilar é jornalista e economista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atua há mais de 15 anos como repórter e editor em jornais e portais de notícias no Brasil. No momento, está cursando o mestrado em estudos literários da Universidade do Porto.