OranjeBTC cai 17% em semana de estreia
O recuo ocorre em meio a uma leve correção do Bitcoin (BTC) no mercado global.
O recuo ocorre em meio a uma leve correção do Bitcoin (BTC) no mercado global.
Analistas sugerem que baleias estão forçando a baixa para liquidar o varejo e acumular mais BTC antes da alta do quarto trimestre.
Empresas públicas de todo o mundo adicionaram o equivalente a US$ 23,36 bilhões em compras líquidas aos seus balanços entre julho e setembro.
Esse fenômeno sugere uma transferência gradual de oferta de baleias para participantes médios, endereços que não são gigantes, mas tampouco meros varejistas.
A proposta, agora encaminhada à ALESP, busca fomentar turismo, educação financeira e inovação tecnológica por meio da adoção voluntária de criptoativos no comércio local.
O recuo ocorre após a máxima histórica de US$ 126.200 no início da semana, em mais um capítulo na trajetória de alta de 2025.
Liderado pela senadora Cynthia Lummis, o plano americano inspira debates em outros países como no Brasil.
Liderados pela BlackRock e Fidelity, os produtos regulados reafirmam o apetite institucional pelo BTC e consolidam o ativo como classe dominante em portfólios globais.
O Bitcoin alcança máximas históricas em euro, franco suíço e iene, consolidando outubro como o mês mais forte do ano. Analistas apontam US$ 130 mil como próximo alvo enquanto o Japão sinaliza retorno à política Abenomics.
Opendoor abre caminho para a adoção do Bitcoin em transações imobiliárias.
Diferente de ciclos anteriores marcados por euforia de varejo, a nova máxima histórica do Bitcoin é impulsionada por ETFs e investidores institucionais.
O Brasil emerge como novo polo da mineração de Bitcoin, com empresas internacionais aproveitando excedentes de energia renovável para reduzir custos e impulsionar operações.
O novo plano detalha uma plataforma verticalmente integrada, projetada para maximizar a acumulação de Bitcoin.
Shutdown e incertezas políticas impulsionam o BTC como ativo de proteção.
O aumento da dominância do Bitcoin para 59% reforça a confiança no ativo como líder de mercado e prenuncia uma nova fase de expansão.